Não existe “narrativa sendo criada”. Existe uma realidade.
Existem professores que não gostam e não colaboram com a inclusão. E isso precisa ser dito.
Todos os anos, famílias atípicas vivem o mesmo ciclo:
📍 Início do ano letivo
📍 Picos enormes de estresse
📍 Direitos sendo negligenciados
Coincidência? Não.
Mesmo quando parece que vai dar certo… algum detalhe é ignorado. Algum direito é deixado de lado.
Não é à toa que família e escola se enfrentam. Dentro do sistema, a escola é o primeiro lugar onde as famílias precisam lutar por direitos básicos.
E a maioria nem sabe:
• Quais são esses direitos
• Como fazer a Lei Brasileira de Inclusão ser cumprida
E pior:
tem escola que não orienta. Só nega.
ISSO É REALIDADE.
Eu vivi isso. No início da vida escolar da Maria, quando eu não sabia nada sobre direitos.
Negaram auxiliar. Não explicaram nada. E eu saía de lá chorando. Até o dia em que eu decidi estudar. E nunca mais aceitar ser a mãe que chora calada.
Hoje, muita coisa mudou. Mas deixa eu ser bem clara:
👉 Com escolas, parei de ter problemas.
👉 Com professores… tive muitos.
Desde ignorar dentro da sala até recusar adaptações pedagógicas. Não por falta de recurso. Mas por falta de vontade.
Então, não. Não é narrativa. Não é exagero. É uma realidade que precisa ser encarada.
Existe, sim, uma parcela de professores que não aceita a inclusão. E admitir isso é o primeiro passo para mudar esse cenário.
E antes que digam: Sim, existem famílias difíceis. Mas essa conversa… fica para outro post.
Se isso também faz parte da sua realidade, você não está sozinha. 💛
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