É muito comum ouvirmos pessoas dizendo que têm um ou outro comportamento característico de determinado transtorno, como forma de minimizar as dificuldades de quem realmente convive com ele.
Toda mãe de criança autista ou com TDAH já escutou alguém dizer que o próprio filho(a) também apresenta alguns desses comportamentos, mas que “lida bem com eles”.
Além de essa comparação ser uma maneira de reduzir dificuldades reais, é importante lembrar que comportamentos isolados, por si só, não geram um diagnóstico.
Então, o que transforma comportamentos em um diagnóstico?
Esse post é uma colab entre @maedejoaninha e @timedainclusão








